13-12-1933
(Ricardo Reis)
Aguardo, equânime, o que não conheço —
Meu futuro e o de tudo.
No fim tudo será silêncio, salvo
Onde o mar banhar nada.
Dezembro 10, 2007 por botecoliterário
13-12-1933
(Ricardo Reis)
Aguardo, equânime, o que não conheço —
Meu futuro e o de tudo.
No fim tudo será silêncio, salvo
Onde o mar banhar nada.
Publicado em Ricardo Reis | Sem comentários ainda