“Não me peça que eu mate o moleque que mora comigo”
Posted in Alceu Valença on Outubro 6, 2007 | Nenhum comentário »
Leque Moleque
(Alceu Valença)
Primeiro a luz e o verbo
Depois reluz invenção
O sopro, o barro, a vida
Na carne de uma canção
É como um sonho, uma reza
Um ato de solidão
A energia dos doidos
Motor da imaginação
Não me peça que eu mate
O moleque que mora comigo
Ele é feito de barro
É meu lado bandido
É meu lado palhaço
É meu lado doído
Chirumba-bá
Gê-gererê
Amim sem [...]